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Ansiedade e depressão: você entende as diferenças entre as doenças?

Escrito por Drogarias Brasil

Conhecida como o “mal do século”, a depressão e ansiedade são cada dia mais comuns. Seja pelo estilo de vida contemporâneo, que exige muito das pessoas, seja pela facilidade do acesso a psicoterapia, o fato é que os diagnósticos dessas doenças crescem dia a dia.

Mas, apesar de saber da existência, muita gente ainda não consegue reconhecer os sintomas da ansiedade e depressão. Por isso, preparamos esse guia com os principais sinais e as formas de tratamento. Confira!

Ansiedade

Esse transtorno se caracteriza principalmente pela preocupação excessiva, pensamentos intrusivos e estado de tensão constante. A ansiedade pode se manifestar de diversas formas e associada a outros problemas. Por exemplo, existem os transtornos de ansiedade generalizada, o transtorno obsessivo-compulsivo, a síndrome do pânico, fobias, etc.

Sintomas

Os sintomas mais frequentes são:

pensamentos intrusivos constantes que prejudicam a concentração e desempenho em tarefas do dia a dia;
tensão muscular constante;
problemas digestivos, principalmente após passar por uma situação difícil;
fixação por tarefas e coisas que não são tão importantes, como, por exemplo, posição de objetos decorativos;
dificuldade para dormir ou insônia;
medos irracionais;
comportamento compulsivo, por exemplo, roer unhas, comer demais ou contar calorias, etc.
Quem sofre de ansiedade associada a síndrome do pânico pode experimentar crises mais fortes, com episódios de coração acelerado, respiração difícil, fortes enjoos e sensação de que vai morrer. Em geral, o pânico pode ser desencadeado por fobias ou estresse, e, por isso, quem sofre desse mal pode acabar evitando atividades que possam disparar esse gatilho.

Tratamento

Como em todo transtorno psicológico, a cura e tratamento da ansiedade deve integrar psicoterapia e acompanhamento médico. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos calmantes e ansiolíticos, que vão ajudar a tratar boa parte dos sintomas e auxiliar na recuperação.

O tipo de medicação mais adequada deve ser recomendada pelo psiquiatra. É muito comum que seja necessário ajustar as doses ou mudar os remédios até que se encontre a dose ideal, afinal, cada corpo reage de uma forma.

Praticar atividades físicas, como corrida, ioga e artes marciais também podem ajudar a extravasar a energia acumulada e a focar a mente. Também recomenda-se a prática de meditação e terapia ou análise. Até a prática religiosa (não importa qual) pode ajudar quem precisa se livrar das tensões e ansiedade.

Depressão

Engana-se quem acredita que depressão seja apenas uma tristeza profunda e constante. De fato, a dificuldade em identificar os sintomas dessa doença tão comum é acreditar que ela se resume a um sentimento. A depressão pode se manifestar de diversas formas e pode ou não estar associada à ansiedade e outros transtornos mentais.

Sintomas

Os principais sintomas da depressão incluem:

fadiga profunda e constante;
transtornos do sono, como insônia e dificuldades para dormir ou sono excessivo;
sentimento de culpa constante e sem motivos;
transtornos alimentares, como comer demais ou ausência de apetite;
perda de prazer em atividades que antes eram satisfatórias;
baixa autoestima;
irritabilidade.
Pessoas com depressão também tendem a ter dificuldades de concentração e podem acabar por se afastarem de quem amam devido a um sentimento de inadequação. Essa doença pode se manifestar de formas óbvias ou silenciosamente. Por isso, é importante estar atento aos sintomas e oferecer ou buscar ajuda se notar qualquer um deles.

Tratamentos

Os tratamentos da depressão, assim como no caso da ansiedade, consistem em acompanhamento médico, psicoterapia e atividades terapêuticas. A medicação também pode variar de acordo com cada caso e é muito recomendável que se consulte frequentemente um psicólogo.

É importante também que se resgate atividades que proporcionam prazer ou descubra novos hobbies e gostos. O apoio da família é essencial para quem sofre de depressão ou ansiedade. Afinal, são pessoas muito fragilizadas, que precisam de compreensão e força para buscar ajuda e permanecer no tratamento.

Se você apresenta algum dos sintomas aqui descritos ou conhece alguém que esteja passando por isso, busque ajuda imediatamente. Fale com sua família e pessoas próximas, não se esconda! Quanto mais precoce o diagnóstico, mais fácil será o processo de cura.

Entendeu a diferença entre a ansiedade e a depressão? Nos conte suas dúvidas e experiências nos comentários!


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